domingo, 31 de agosto de 2008

Mais um Tributo CAZUZA a quem a SIDA levou tão cedo ......








Duas gerações diferentes, duas canções iguais.
Um tributo a Cazuza, que tão novo, tão alegre com tanta vida para viver e já acabou. Ficaram muitos bens dele, as canções, as letras os amigos, os conhecidos e os desconhecidos.
Parabéns Ney por cantar Cazuza.
Dois músicos que eu gosto muito.

Parece praga, os últimos posts são para dar tributos a alguém, e principalmente a músicos, o próximo vais ser também um tributo mas a uma personagem muito mais antiga que Ney, duma geração de outro século, mas que me fascinou. Não sei se o que li será tudo verdade, mas sendo ou não tem a sua magia e a sua piada.

Ana

4 comentários:

Carlos Freitas disse...

Gostaria de deixar aqui um tributo,se o conseguir escrever como o imaginei. Á tua coragem, que pensas não ter, à tua vontade, que pensas já não ter, à tua dignidade, que coisa cada vez mais rara deve ser preservada e alimentada com lealdade e com a mesma dignidade porque só assim tu mereces. São qualidades que vivem dentro de ti, que nunca te faltaram. A dimensão do humano é em ti um imperativo da tua consciência. Junto a ti sou apenas um aprendiz de gente. Sei do que escreves porque me deixas ser guardião das tuas memórias. espero apenas saber honra-las. Porque acredita é uma honra puder partilhar a vida ao teu lado. Desculpa escrever isto aqui. Mas é um tributo público e desta vez não me acanhei perante a exposição, coisa a que sou avesso. Obrigada meu AMOR.

Anónimo disse...

É uma honra ter um comentário ter no meu diárioblogue. Sei que não és dado muito a este tipo de sentimentalismos, mas eu, apesar de ter sido "criada" envolta em mimos, prendas, protecção, quase como uma princesa, sempre me senti só. Não tinha amigos, não tinha confidentes, não tive os namoricos próprios de uma adolescente, aliás quando era para ser adolescente, saltei essa etapa e passei a mulher e mãe. Muita coisa ficou por viver, por ver, por conhecer. Se sinto falta???? Talvez sinta. Mas acredito que se teve que ser assim, foi porque teve. Nunca acreditei no destino, sempre achei que o destino pertence a cada um, e é feito como cada um quer, mas nem sempre fazemos como queremos e nem sempre nos pertence, é feito de acordo com quem nos dita as leis e educados como eu fui só tinha que cumprir, e aqui tenho nas mãos o destino que não quis, e que não desejei.
Estou amarga, eu sei, acho que cada dia que passa sinto-me mais amarga, mais triste, mais sem vontade, limito-me a ver o sol nascer e a deitar-se, quando ele existe.
Obrigado pelas tuas palavras.

joão marinheiro disse...

e Taiguara, conheces? Um poeta cantor banido pela ditadura no Brasil, e que ainda espera o merecido reconhecimento, pela sua musica/poesia fabulosa, tenho alguma coisa no ultimocoração.
Abraço daqui

Anónimo disse...

É bom ter um comentário de João Marinheiro, o marinheiro sem poiso, mas com muitas marés, muitas ondas, muito sol, e muita liberdade.
Já fui ao ultimocoração, mas não encontrei o Taiguara, talvez porque me tenha perdido numa corrente e tenha sido levada para outros locais que os posts nos transportam, mas procurei no immen e encontrei.
É muito bonito, bastante político mas é um showman. Gostei bastante.
Um favo de mel
Ana