Um Blog bem disposto, que é Livre, é Honesto, e como tal, se não reune essas condições, não entre. Não se aceitam anónimos, só perante certidão de registo de nascimento.
Lindo, lindo, lindo. A beleza de uma simples ribeira de água, que no Verão é só um fio e agora está transformada numa força da natureza, capaz de levar tudo à sua frente. Triste para alguns que está força leva tudo, mas belo para outros pela sua força, pela sua coragem de não olhar a meios para correr, andar no seu leito, não vale a pena desviarem-lhe a rota, ela encontra-a sempre. Corre, não sei para onde vai ter........ leva com ela tudo o que encontra ........................
Pois, é o que dá ir viver para uma terra onde nem a água presta. Ter que comprar uma maquineta, para colocar o "garrafão" de água e ter de abastecer a casa com garrafões de água, talvez fosse preferível ir viver para o Alentejo, num Monte, sem água nem luz, há claro já me esquecia, aqui neste triste lugar, a luz quando falta falta mesmo, não há muitos dias atrás, ia-mos morrendo congelados, porque não tínhamos lenha e não havia luz, a noite apareceu e nós com umas velas acesas, carregados corporalmente de roupa, tremíamos de frio, foi lindo.
Mas hoje entendi que nem todos os garrafões prestam. Nunca me tinha acontecido colocar na dita maquineta um garrafão com personalidade própria, e ainda por cima com um sentido aguçado para a criatividade. É um garrafão transformista inato.
Fiquei parada a olhar para ele e a perguntar-me a mim própria se ele (garrafão) estava a gozar comigo, ou se afinal aquilo era arte. Qui ça ........
Por hoje chega, tou enxaquecada, tou indrominada de comprimidos para este amor que se agarra a mim como tábua de salvação, salve querida enxaqueca....