Um Blog bem disposto, que é Livre, é Honesto, e como tal, se não reune essas condições, não entre. Não se aceitam anónimos, só perante certidão de registo de nascimento.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Reviver
Hoje resolvi dar uma volta pelo meu blogue. Que viagem, seis anos e qualquer coisa a escrever. Não importa que o que está escrito seja de boa ou má qualidade, não interessa quantos comentários houve, interessa-me muito as pessoas que não conheço nem nunca cheguei a conhecer terem lido, isto a que chamo de diário, terem colocado o que este ou aquele post lhes dizia, ou chamava á atenção.
Não me arrependo de nenhum post, foram todos sentidos, honestos e escritos sem a preocupação de ser uma escrita elaborada, com laivos de escritora, não, fui eu mesmo, fui eu que coloquei as fotos que gostava, e achava que ficavam bem neste ou naquele post, as músicas que achava que encaixavam neste ou naquele post, enfim, sempre pensei que um dia destes iria parar e ler o meu blogue e que iria odiar algumas passagens que nele coloquei, mas não, adorei lê-lo, cresci, tornei-me numa pessoa muito menos amarga, uma pessoa que encara os desafios da vida como dádivas de crescimento interior, sinto-me muito melhor comigo própria e com os outros, mais tolerante, não tão teimosa.
Obrigado a todos os que passaram por aqui e deixaram a sua marca em simples palavras. Não é um adeus, é um continuar, é um crescer continuo, até que doam os dedos.
Beijos a todos.
Ana Borges
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Uma simples manhã
Acordei virada do avesso.
Não me apetecia levantar, a chuva batia na janela como a convidar-me para me enroscar no quentinho da minha cama,
e eu dei mais uma volta e eu fechei os olhos, e o barulho da chuva adormecia-me lentamente, mas o despertador voltou a tocar,
e entre o bem bom da cama e o bom senso, lá me levantei sempre a resmungar, nem eu sei bem contra quem, se calhar para todos e para niguem.
Frio, levantei-me com frio, fui ligar a máquina do café,
e já na casa de banho, abri a torneira de água quente no máximo meti-me lá dentro, a casa de banho parecia um banco de nevoeiro, e eu estava vermelha, quase um escaldão, e a água corria por mim, tentando por-me o astral em cima, mas nem assim. A custo sai do banho e esfreguei-me com violência nas costas, no cabelo, nos braços, nas pernas, como se isso me acordasse, mas eu continuava dormente, embrulhei-me no roupão e fui tomar um café,
talvez o cheiro do café me tivesse despertado e avisado que estava mais do que nas horas de me arranjar e caminhar para o meu ganha pão, e assim passou uma hora de um dia em que acordei virada do avesso.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Aproxima-se o dia de Páscoa, confesso que não sou católica e como tal não sei bem explicar o que é a Páscoa, para não dizer disparate resolvi transcrever:
O nome Páscoa surgiu a partir da palavra hebraica “pessach” (“passagem”), que para os hebreus significava o fim da escravidão e o início da libertação do povo judeu (marcado pela travessia do Mar Vermelho, que se tinha aberto para “abrir passagem” aos filhos de Israel que Moisés ia conduzir para a Terra Prometida).
Ainda hoje a família judaica reúne-se para o “Seder”, um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar há leituras nas sinagogas.
Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria.
Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da Páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que os animais e as plantas reaparecem. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos.
Símbolos:
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis pela sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!
Os Ovos de chocolate:
Pintar ovos com cores da primavera, para celebrar a Páscoa, foi adotado pelos cristãos, nos século XVIII. A igreja doava aos fiéis os ovos bentos.
A substituição dos ovos cozidos e pintados por ovos de chocolate, pode ser justificada pela proibição do consumo de carne animal, por alguns cristãos, no período da quaresma.
A versão mais aceite é a de que o surgimento da indústria do chocolate, em 1830, na Inglaterra, fez o consumo de ovos de chocolate aumentar.
O Coelho da Páscoa:
Os coelhos são animais capazes de gerar grandes ninhadas, representam a fecundidade e a reprodução constante da vida, por isso simboliza a capacidade da igreja de criar novos discípulos com a missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.
Sexta-feira Santa:
É o dia do julgamento, da condenação, do martírio, morte e sepultamento de Jesus. A morte de Jesus é denominada como Paixão, uma metáfora de um ato de amor e de entrega. O silêncio, o jejum e a oração predominam neste dia.
Domingo de Páscoa:
Durante este dia são celebradas missas que proclamam a resurreição de Cristo. Pela tradição é vedado aos cristãos comer Carne Vermelha durante a Quaresma. As famílias reúnem-se para festejar o renascimento do dileto filho de Deus.
Porque razão é que a data da Páscoa varia todos os anos?
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 Março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária – conhecida como a “lua eclesiástica”).
A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.
Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronómico. Mas a sequência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de Março e no máximo em 24 de Abril, transformando a Páscoa numa festa “móvel”.
A sequência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano."
Assim, desejo uma boa Páscoa a todos os amigos.
Ana Borges
Falta de criatividade
A hipocrisia das pessoas é talvez o maior cancro que dizima a alma humana. podia ser a avareza, a mentira, a cobiça, mas não, é. é a hipocrisia. Porquê? Lamentarei toda a vida ter pensado que alguém era inteligente. Afinal, será que ao menos era mulher? Não não me parece pelo menos uma mulher com F, falsa, isso sim, hipócrita q.b., nem para amiga presta. Criança? Sim, para sempre, mas que tipo de criança? Criança má, presunçosa, mimada, sem bases nenhumas, a educação ficou atrás da porta. Meu Deus que perca de tempo, que falha. Adoro as pessoas que nada tem, mesmo as que não tem canudo, mas isso que importa hoje, em dia, dão-se canudos, qualquer um tem um canudo, é banal, e muitos pensam que são alguém, Senhor tende dó da inútil. Senhor tende dó da futilidade mascarada. Condiz com a banalidade de quem me estou a referir. os minutos que dediquei deixando livros para ler, música para ouvir, cansei, que desilusão com tamanha falta de caracter.
"A hipócrisia das pessoas é talvez o maior cancro que dizima a alma humana. Porquê?
Lamentarei toda a vida ter pensado que alguém era inteligente.
Afinal, será que ao menos era homem? Não não me parece pelo menos um homem com
H, falso, isso sim, hipócrita q.b., nem para amigo presta. Criança? Sim, para
sempre, mas que tipo de criança? Uma criança má, com muita presunção, sem bases
nenhumas, a educação ficou atrás da porta. Meu Deus que perca de tempo, que
falha. Adoro as pessoas que nada tem, apenas um canudo, mas isso que importa
hoje em dia dão-se canudos, qualquer um tem um canudo, isso já é banal, e pensam
que são alguém, Senhor tende dó destes inuteis. Claro condiz com a banalidade de
quem me estou a referir. Como lamento os minutos que lhe dediquei deixando
alguns livros para ler, alguma música para ouvir, cansei, que desilusão com
tamanha falta de caracter"
Será plágio? Ou falta de criatividade?
Ana Borges
Será plágio? Ou falta de criatividade?
Ana Borges
terça-feira, 26 de março de 2013
Ódio? Para quê?
Depois de pensar um pouco, reflectir bastante, cheguei á conclusão de que não tenho ódio a nada nem a ninguém.
Deveria ter? Talvez. Mas não. Só odeia quem se odeia a si próprio, e eu gosto de mim, eu sinto-me bem com a idade, com o espelho, com a vida em geral, se num dia as coisas correm pior, paciência no outro dia correm melhor.
Não ganhei rancor a ninguém, algumas pessoas que passaram comigo pedaços da vida, podem não ter sido os melhores mas dentro desses existem restos de coisas boas, se as pessoas que passaram comigo algum tempo me odeiam lamento, mas tentem gostar mais de vós, pois assim não irão lamentar tempos passados, apenas momentos piores. Lembrem-se de que todos nós temos dois lados, um bom e um mau, por isso não vejam só o lado mau, lembrem-se que essas pessoas que estiveram ao vosso lado, ajudaram no que podiam , no que sabiam, se não foi bom, pelo menos tentaram sem hipocrisia, sem criancice, fazer o que pensaram ser o melhor.
Nem sempre agradamos a todos nem sempre algumas pessoas nos agradam, mas não devemos caluniar no fervor do ódio. Livrem-se disso.
Um resto de tarde em PAZ.
Ana
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Esta é a história ou lenda deste dia que mexe com milhares de pessoas. Será sinceridade ou apenas propaganda.
A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor.
Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros.
Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a).
Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo fora, aproximadamente mil milhões (Portugal) (um bilhão no Brasil) de cartões com mensagens românticas são enviados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.
AnaBorges
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Pai, vai fazer 17 anos que deixei de te ver, mas não me esqueço nem um dia de ti, as memórias que recordo são tão boas que nem me lembro se entre nós existiu alguma coisa menos boa.
Não gosto de recordar este dia, e tu sabes bem que não vou ver a tua campa onde os teus restos ainda devem lá estar, não quero saber dos teus restos para nada, de que me servem se nem posso conversar com eles, se nem posso chorar e ter o teu ombro para me encostar, os restos mortais deprimem-me.
Gosto de lembrar o dia 25 de Dezembro, para todos é Natal, para mim é o dia em a avó te colocou neste mundo, onde cresceste, onde te tornaste Homem, onde levaste pontapés e onde tiveste muitas alegrias, recordo as fotografias que me levavas de combóio até á Figueira da Foz onde a Mãe estava a trabalhar, e eu tinha 9 ou 10 meses, memórias não tenho dessa altura, mas a Mãe recorda-me esses momentos de ternura, onde eu ficava contigo durante a semana, de dia estava com a avó, mas á noite tu levavas-me para casa para dormir contigo, que bom Pai, quem me dera ter-te aqui principalmente hoje e tu sabes porquê, nunca deixavas de vir neste dia. Amo-te Pai eternamente. Beijos
AnaBorges
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