quinta-feira, 28 de março de 2013

Falta de criatividade




A hipocrisia das pessoas é talvez o maior cancro que dizima a alma humana. podia ser a avareza, a mentira, a cobiça, mas não, é. é a hipocrisia. Porquê? Lamentarei toda a vida ter pensado que alguém era inteligente. Afinal, será que ao menos era mulher? Não não me parece pelo menos uma mulher com F, falsa, isso sim, hipócrita q.b., nem para amiga presta. Criança? Sim, para sempre, mas que tipo de criança? Criança má, presunçosa, mimada, sem bases nenhumas, a educação ficou atrás da porta. Meu Deus que perca de tempo, que falha. Adoro as pessoas que nada tem, mesmo as que não tem canudo, mas isso que importa hoje, em dia, dão-se canudos, qualquer um tem um canudo, é banal, e muitos pensam que são alguém, Senhor tende dó da inútil. Senhor tende dó da futilidade mascarada. Condiz com a banalidade de quem me estou a referir. os minutos que dediquei deixando livros para ler, música para ouvir, cansei, que desilusão com tamanha falta de caracter.


"A hipócrisia das pessoas é talvez o maior cancro que dizima a alma humana. Porquê?
Lamentarei toda a vida ter pensado que alguém era inteligente. Afinal, será que ao menos era homem? Não não me parece pelo menos um homem com H, falso, isso sim, hipócrita q.b., nem para amigo presta. Criança? Sim, para sempre, mas que tipo de criança? Uma criança má, com muita presunção, sem bases nenhumas, a educação ficou atrás da porta. Meu Deus que perca de tempo, que falha. Adoro as pessoas que nada tem, apenas um canudo, mas isso que importa hoje em dia dão-se canudos, qualquer um tem um canudo, isso já é banal, e pensam que são alguém, Senhor tende dó destes inuteis. Claro condiz com a banalidade de quem me estou a referir. Como lamento os minutos que lhe dediquei deixando alguns livros para ler, alguma música para ouvir, cansei, que desilusão com tamanha falta de caracter"


Será plágio? Ou falta de criatividade?

Ana Borges

terça-feira, 26 de março de 2013

Ódio? Para quê?


Depois de pensar um pouco, reflectir bastante, cheguei á conclusão de que não tenho ódio a nada nem a ninguém.
Deveria ter? Talvez. Mas não. Só odeia quem se odeia a si próprio, e eu gosto de mim, eu sinto-me bem com a idade, com o espelho, com a vida em geral, se num dia as coisas correm pior, paciência no outro dia correm melhor.
Não ganhei rancor a ninguém, algumas pessoas que passaram comigo pedaços da vida, podem não ter sido os melhores mas dentro desses existem restos de coisas boas, se as pessoas que passaram comigo algum tempo me odeiam lamento, mas tentem gostar mais de vós, pois assim não irão lamentar tempos passados, apenas momentos piores. Lembrem-se de que todos nós temos dois lados, um bom e um mau, por isso não vejam só o lado mau, lembrem-se que essas pessoas que estiveram ao vosso lado, ajudaram no que podiam , no que sabiam, se não foi bom, pelo menos tentaram sem hipocrisia, sem criancice, fazer o que pensaram ser o melhor.
Nem sempre agradamos a todos nem sempre algumas pessoas nos agradam, mas não devemos caluniar no fervor do ódio. Livrem-se disso.
Um resto de tarde em PAZ.

Ana

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013



Esta é a história ou lenda deste dia que mexe com milhares de pessoas. Será sinceridade ou apenas propaganda.

A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor.


 Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros.




Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a).
Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo fora, aproximadamente mil milhões (Portugal) (um bilhão no Brasil) de cartões com mensagens românticas são enviados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano.



 
 
 Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.


AnaBorges

sexta-feira, 26 de outubro de 2012



Pai, vai fazer 17 anos que deixei de te ver, mas não me esqueço nem um dia de ti, as memórias que recordo são tão boas que nem me lembro se entre nós existiu alguma coisa menos boa.
Não gosto de recordar este dia, e tu sabes bem que não vou ver a tua campa onde os teus restos ainda devem lá estar, não quero saber dos teus restos para nada, de que me servem se nem posso conversar com eles, se nem posso chorar e ter o teu ombro para me encostar, os restos mortais deprimem-me.
Gosto de lembrar o dia 25 de Dezembro, para todos é Natal, para mim é o dia em a avó te colocou neste mundo, onde cresceste, onde te tornaste Homem, onde levaste pontapés e onde tiveste muitas alegrias, recordo as fotografias que me levavas de combóio até á Figueira da Foz onde a Mãe estava a trabalhar, e eu tinha 9 ou 10 meses, memórias não tenho dessa altura, mas a Mãe recorda-me esses momentos de ternura, onde eu ficava contigo durante a semana, de dia estava com a avó, mas á noite tu levavas-me para casa para dormir contigo, que bom Pai, quem me dera ter-te aqui principalmente hoje e tu sabes porquê, nunca deixavas de vir neste dia. Amo-te Pai eternamente. Beijos



AnaBorges

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

E um ano passou, ele não desistiu da droga e ela desistiu dele. Foi doloroso, doe muito mas não havia alternativa. Passou tempo, a ferida ficou dentro do coração apenas tapada com um papel muito fininho, mas a vida continuou, casou, teve um bebé e um dia estava ela parada a conversar com o bebé ao colo e ele passou, olhou parado e de novo os olhares trocaram amor, mas não palavras. Ela foi-se embora e ele ficou parado a olhar para aquela que seria o seu grande amor.
No dia seguinte um telefonema, o tempo voltou a parar, ficou sem palavras, ele tinha-se suicidado deixando-lhe uma carta explicando que não aguentou vê-la com o bebé que deveria ter sido deles.
E a vida continuou, e ela vai visitá-lo ao cemitério sempre que batem as saudades.........



AnaBorges

quarta-feira, 5 de setembro de 2012




Mais uma pequena passagem da vida de alguém
 
 
 
 
 
 
Quando acordou de um pequeno sono, ela recordou pedaços de uma meninice longínqua tão linda, tão cheia de amor de carinho, embora com alguns pedaços de tristeza, de lágrimas, lembrou de um episódio triste, muito triste que a marcou para o resto da vida, andava no liceu, e quando tinha furos das aulas, ia para uma sala de estudo, que por norma era vigiada por um aluno dos anos mais velhos, quando entrou os olhos de ambos cruzaram-se, nem imaginava que existia um rapaz tão lindo naquele liceu, olhos verdes e um sorriso maroto mas lindo, ela também sorriu e sentou-se numa mesa ao fundo da sala, escusado será dizer que os livros foram abertos, mas a leitura não existiu, olhavam de socapa um para o outro, envergonhados? Talvez. Quando todos os alunos se foram embora, eles ficaram, olharam-se e caminharam um para o outro, o beijo e o abraço aconteceu tão naturalmente que foi mágico. Todos os dias se conheciam mais um pouco, namoraram sem nunca terem passado de aprenderem a ler nos olhos um do outro, foi um ano lindo. Mas nem tudo na vida é mágico, certo, absoluto e o erro dele era ter entrado nas experiências da juventude da idade dele, e ela dissse-lhe que ou ele desistia disso ou ela desistia dele .....
Continuarei na próxima mesagem
 
AnaBorges


Uma pequena passagem da vida de alguem
 
 
 
O dia amanheceu cinzento, gotas de chuva escorriam pelos vidros da janela, sentou-se no parapeito olhando para as gotas sem pensamento, dizem que nunca deixamos de pensar, mas é mentira, há momentos em que o pensamento simplesmente pára, era este o momento.
Abraçou as pernas, um frio estava a percorrer-lhe o corpo, deixou-se estar.
Voltou para a cama, ainda era cedo, cedo? Para fazer o quê? Reformou-se muito cedo, ainda era jovem o suficiente para não o ter feito, mas estava cansada, não físicamente, mas mentalmente, emocionalmente, aquelas pessoas com quem convivera durante tantos anos, fizeram-lhe mal, fizerem com que dentro do seu coração existisse uma pedreira, e não acreditava em nada nem em ninguem, por isso não tinha compromissos, um casamento falhado, uma filha casada com vida própria, e ela? Aconchegou-se no edredon e fechou os olhos, ligou o leitor de cd's e ouviu Patxi Andion, embalou com a letra da musica, e sonhou, sonhou com sonhos falhados, era bonita, ainda hoje era uma mulher muito bonita, tinha sido modelo fotográfico em part time, adorava que a transformassem, que lhe mudassem o penteado, a pintura dos olhos, mas chegou a uma altura que deixou de ter interesse mostrar aquilo que não era, sentia-se mais bonita quando ela própria se arrajava, desistiu. Era rica. Podia dar-se ao luxo de não fazer nada, mas não ter objectivos cansa, adormeceu........
Irei contar uma pequena passagem da vida de alguem, sempre que me lembre do que esta mulher foi e é........
 
AnaBorges