quarta-feira, 23 de setembro de 2009

FALAR MAL NÃO CUSTA

FREEPORT


(Alcochete)











Pois nem sei que diga, mas como S. Tomé nada como ver para crer. Hoje fui ver com estes, que irão se alguém mandar ser cremados, ver o celebre FREEPORT, e só tenho que dar os parabéns ao nosso Primeiro-Ministro seja qual for a implicância, ah que giro Cância lembrou-me qualquer coisa, mas fica para outra oportunidade, que convenhamos que com o nosso, Salve Seja Zéquinha oportunidades não faltam, mas continuando, o FREEPORT está giríssimo, um must para quem vai daqui das parvónias até parece a Linda de Suza quando saiu no comboio em Paris deve ter sido mais ou menos a mesma sensação, penso eu de que ........ até que dá para gastar uns euritos poucos porque o gásoleo ainda está pela hora da morte, mas as férias resumem-se a isto e pouco mais, e deu para apanhar um ar urbano saloio que é um misto de SPA no meio do campo, bem dizia o meu Manelito para na vinda fazermos um SPA nas termas do Cartaxo, mas eu como sou muito adepta das novelas queria chegar a casa a ver se ainda via alguma coisita. Coisa de mulher misto urbano saloio. Mas gostei sim senhora. Só não entendi depois de ter visto que o FREEPORT ficava no fim de coisa nenhuma porque é queria esganar o rapazito. Acho mesmo que ele tem pouca sorte, se faz uma mais ou menos bem tem logo 7 cães a atacá-lo raivosamente, ele é que é de sangue ruim se não já não existia depois de tanta macumba feita já andava a boiar no Tejo.


Força Zézinho, as garinas estão contigo, e então depois de ver que afinal até ficas unha com carne dos ex é preciso ter muito nível, cada vez te admiro mais. Pois ele é que era o Papá dos meninos, o Zézinho tem a agenda cheia, que se não fosse o pobre que descanse em Paz, Amém, as crianças ainda dormiam no Colégio.


Adoro estas modernices.


Um abraço


Abelhaferrona





quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Recomeçar


Porque sei que vais entender o que aqui te deixo, embora seja céptico, em relação a tanto poder. Mas ele existe em nós, dele precisamos para caminhar como desejarmos. Como dizia Churchill "cada um de nós é o criador do seu próprio universo através da forma como nele se caminha.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Parabéns ao Presidente Aníbal Cavaco Silva


PARABÉNS
Nascido a 15 de Julho de 1939, em Boliqueime, Loulé (Algarve).
Filho de Teodoro Gonçalves Silva, Homem que subiu a pulso na vida. Passou de agricultor a proprietário de vários negócios. Esta forma de ascensão social influenciaria a personalidade do futuro Presidente da República. Sempre acreditou que para ultrapassar barreiras sociais bastaria trabalho, organização e objectivos claros. A infância de Cavaco Silva foi tranquila - numa altura em que estava longe de adquirir a pose austera do tempo de primeiro-ministro. Era um aluno pouco aplicado, que acabou por chumbar quando frequentava o actual 7.º ano. Como castigo, o pai obrigou-o a trabalhar na horta, de enxada na mão. Remédio santo. Terminado o liceu, foi estudar para o Instituto Comercial de Lisboa. Tornou-se, rapidamente, num dos melhores alunos. Lisboa mudou a personalidade de Cavaco. Transformou-o numa pessoa tímida, quase amuralhada. A verdade é que esta pose distante passou a ser a sua imagem de marca. Ainda hoje há quem não goste do seu tom gélido e o acuse de secura arrogante.
- Cavaco Silva frequentou o curso de Economia da Universidade Técnica de Lisboa. Estudou sempre com afinco, mesmo quando cumpria o serviço militar em Moçambique. A antecedência com que preparava os exames era famosa entre alunos e professores.
- Em 1964, licenciou-se em Finanças no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (ISCEF), com média de 16 valores. Foi o melhor aluno desse ano.
- Partiu para a Universidade de York, na Inglaterra, onde fez o doutoramento em Economia. A tese foi aprovada com distinção.
Aníbal Cavaco Silva é licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras, Lisboa, e doutorado em Economia pela Universidade de York, Reino Unido.
- Foi docente do ISCEF, Professor Catedrático da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa e, quando foi eleito Presidente da República, era Professor Catedrático na Universidade Católica Portuguesa.
- Foi investigador da Fundação Calouste Gulbenkian e dirigiu o Gabinete de Estudos do Banco de Portugal, instituição à qual regressou posteriormente como consultor.
- Exerceu o cargo de ministro das Finanças e do Plano em 1980-81, no governo do primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro, e foi presidente do Conselho Nacional do Plano entre 1981 e 1984.
- Presidiu ao Partido Social Democrata (PSD) entre Maio de 1985 e Fevereiro de 1995.
- O Presidente Cavaco Silva é Doutor Honoris Causa pelas Universidades de York (Reino Unido), La Coruña (Espanha), Goa (Índia), León (Espanha) e Heriot-Watt (Edimburgo, Escócia), membro da Real Academia de Ciências Morais e Políticas de Espanha, do Clube de Madrid para a Transição e Consolidação Democrática e da Global Leadership Foundation.
- Aníbal Cavaco Silva cumpriu o serviço militar como oficial miliciano do Exército, entre 1962 e 1965, em Lourenço Marques (actual Maputo), Moçambique.
É casado com Maria Alves da Silva Cavaco Silva. O casal tem dois filhos e cinco netos.


quinta-feira, 9 de julho de 2009

Diga-me quem é dir-lhe-ei com quem casar......



"Ao contrário do que nos ensinaram, não há almas gémeas absolutas. Às vezes, dependem da altura da vida em que se está. Saiba quais podem ser as suas melhores escolhas". Por Catarina Fonseca. in Revista Activa.

De entre as mulheres que procuram desesperadamente príncipes encantados: esta foi a que mais me encantou pela positiva de me fazer rir, pois é o quotidiano. E com o atrevimento peço desculpa à autora mas não resisto a publicar este trecho.

A Impaciente:

Situação: Tem 52 anos. Está sozinha há mais tempo do que leva a aprender mandarim. Mil caracteres de solidão por dia. Há tanto tempo que até já nem liga. Parece que já nada de interessante vai acontecer. Passa o serão no sofá a ler "600 Receitas com Piri-Piri". Só fala com velhinhos chatos a quererem desabafar consigo as suas mazelas, colegas de trabalho que a vêem como uma colega de trabalho, rapazola que não lhe ligam porque, afinal já é uma cota (aliás, se tivesse vinte anos a menos já era uma cota), e a sua filha a querer que você ature as crianças no fim-de-semana enquanto ela vai em segunda lua-de-mel com o marido para o Choupana Hills.

Par incompatível: A sua filha, que só quer o seu bem, a sua felicidade, e mais um par de braços para manietar o Salvador, o Tomás e o Sebastião (o filho, não o cão), arranjou um jantar a quatro, com ela o marido e mais um amigo do marido. Problema: o tal amigo não tem gracinha nenhuma. Diz que as lulas lhe dão azia. Os dentes dele gritam por um aparelho desde os 14 anos (que já foi há mais ou menos 120). Os abdominais dele gritam por um ginásio desde que ele tinha 18 (que já foi há 116). Ele continua surdo. Metafórica e verdadeiramente. E ainda há quem ache que podia ser o homem da sua vida. Dahh.

Par compatível: Como dizem no Canal Odisseia, "Abra a sua Mente". Se sua Mente não está definitivamente virada para os encantos dos velhinhos nem dos rapazola nem dos tipos com divórcios traumáticos ás costas, pode ser que um dia destes descubra que aquele seu colega que se ofereceu para lhe tirar fotocópias pode ser o homem da sua vida. Ah, e é verdade: o Baltazar agora é que deve estar no ponto, quando nenhum de vocês está interessado em nada mais sério (é verdade que já fez 75, mas continua charmoso e a beber conhaque com ar de gato, se os gatos bebessem conhaque). ...................................




quarta-feira, 10 de junho de 2009

DESCOBERTAS .........



Descobertas???......

Vale uma ida a um Shopping, numa tarde sem nada na mente a não ser ver as montras, ver as novidades, ver as pessoas (coitadas parecem formigas apressadas), uns sem nada nas mãos, outros com alguns sacos de compras, mas todos com um ar de pressa, passo muito apressado como se o mundo fosse acabar amanhã e essa é a unica certeza que ninguém sabe ..... quando o mundo acaba.
Cansada de ver tanta canseira entrei na FNAC, passo a publicidade, e deambulando por entre prateleiras de CD's deparo-me com este CD, especialmente este. Estanquei, preplexa, e revi-me na mocidade mal vivida e digo mal vivida porque foi vivida com a igual rapidez das pessoas que eu tinha acabado de observar e me tinham cansado com a sua rapidez no modo de viver o dia, o momento, e afinal eu tinha vivido do mesmo modo e nem me tinha apercebido do que tinha perdido e que jamais recuperaria. Acho que passei uns bons momentos a olhar para a capa daquele CD e a lembrar-me dos meus poucos anos de mocidade e da passagem imediata a adulta, a mulher responsável, ter de fechar o espírito, o coração e as ideias da juventude num cantinho do meu coração e tentar esquecer-me delas para iniciar de imediato outras ideias outro espiríto e outro pensamento. Foi como fechar uma porta e abrir outra. Acto imediato.
Naquele momento abriu-se a gavetita onde eu escondi durante tantos anos a mocidade, onde muitas ideias, ideais, sonhos, que estavam guardados já restavam poucos a maioria tinha-se desfeito com o tempo e transformado em poeira.
Mas a música essa ficou, e o Conjunto Académico João Paulo veio comigo. E ainda me lembro de quase todas as canções. A música perdura no tempo e no nosso espiríto.




sábado, 6 de junho de 2009

Apologia á PAPOILA


Flor campestre tão bela não há. Sozinha passa despercebida quase nem se dá conta que ela existe, mas um campo de papoilas como este faz parar qualquer pessoa, pessoas como eu, com um misto de loucura e inteligência, lembra uma multidão gritando liberdade, lembra um campo de corações cheios de amor, lembra um campo de batalha onde jazem sangrando milhares de soldados lutando por causas que nem eles sabem, lembram bandeiras acenando gritos de liberdade e lembra-me logo "Catarina". Porque "Catarina" foi uma só papoila e o 25 de Abril foi um campo de papoilas.
Claro que o 25 de Abril e os cravos foi uma história aproveitada. É certo que o "que se viu" se deu na grande cidade onde não existem campos de papoila, e onde uma trabalhadora de um certo restaurante tinha ido ás compras e levava uns ramos de cravos para enfeitar as mesas do restaurante e quando viu aquele aparato perguntou o que se passava e lhe disseram que ia começar uma guerra ela pensou já não ia abrir o restaurante e começou a distribuir os cravos pelas tropas, isto não é inventado é a verdade da história dos cravos do 25 de Abril, mas seria mais puro ser uma papoila, o cheiro das cearas, da terra, do trabalho, o cheiro de "Catarina".


Culto á beleza


Já lá vão quase três anos que passo por aqui algumas vezes. Sempre que o trabalho a isso obriga, e fico sempre deslumbrada com a arquitectura deste edifício. Digo sempre para mim própria, vou parar o carro, e tirar uma foto, mas..................., do dizer ao fazer o tempo foi passando e a foto foi ficando por tirar. Mas, como tudo na vida, quem manda somos nós, desta vez, falei para mim própria alto e bom som e disse:
" Para o carro, encosta na berma, faz os piscas, tira a máquina fotográfica (minha aliada e companheira de todos os momentos, por isso a carteira pesa sempre mais, mas não faz mal, que se lixe o ombro), abre o vidro, e vamos a isso".
Pronto bastaram uns minutos, e o que durou três anos ficou feito em apenas alguns minutos, e ainda me "deliciei" a olhar para este edifício que é uma Igreja dedicada ao culto Mariano, mas que tem tanto de exótico, de belo, de tosco, um misto que me deixou ali "pendurada" na porta do carro, a olhar e perdi-me na contemplação e meditação de um edifício, não pelo fim a que se destina mas pela beleza que ele próprio me transmitiu durante este tempo que o tenho vindo a observar.